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Para refletir: “Ter fé é assinar uma folha em branco e deixar que Deus nela escreva o que quiser!” São Tomás de Aquino
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Pastoral Missionária

No Sexto Capítulo da Encíclica “A Missão do Redentor” de João Paulo II sobre a validade permanente do mandato missionário lemos: “Não existe testemunho, sem testemunhas, como não há missão, sem missionários.

Com a finalidade de colaborarem em sua missão e continuarem a sua obra salvifica, Jesus escolhe e envia pessoas como suas testemunhas e apóstolos: “Sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria, e até os confins do mundo” (At 1, 8).

Os doze são os primeiros agentes da missão universal: eles constituem um “sujeito colegial” da missão, foram escolhidos por Jesus para permanecerem com Ele e serem enviados “às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 10,6). Esta colegialidade não impede que, dentro do grupo, se destaquem figuras como Tiago, João, e, sobretudo Pedro, o qual ganhou tal relevo que se tornou usual a expressão: “Pedro e os outros apóstolos” (At 2, 14.37). Graças a ele, abrem-se os horizontes da missão universal, onde, depois, sobressairá Paulo, que, por vontade divina, foi chamado e enviado aos gentios”

Mais adiante, no documento, ele fala da responsabilidade dos bispos. Esta, por sua vez, deve ser em primeiro lugar no exercício da missão, a exemplo de Pedro, o qual são os seus sucessores.

Em seguida, vêm os sacerdotes. Sendo colaboradores do bispo, por força do sacramento que receberam, isto é, da ordem. Assim pelo ministério sacerdotal eles participam da mesma missão universal confiada por Jesus aos apóstolos.

Os consagrados e consagradas à vida religiosa, também, por natureza de sua consagração devem prestar serviço missionário conforme os moldes de cada instituto.

A missão enfim não se restringe de maneira alguma ao clero e aos institutos religiosos, mas é obra de todo o povo de Deus.

Os leigos desde os primeiros tempos expandem a fé, seja em suas famílias, seja em toda a comunidade onde habitam, no trabalho, nas escolas, nas esferas políticas e culturais, ensinando a doutrina cristã e renovando a fé dos fiéis.

Embora pelo batismo todo cristão por excelência se torna um missionário, ou seja, anunciador por palavras e por gestos do Amor e da Bondade de Deus, existe na Igreja um serviço que cuida especificamente deste anúncio de porta em porta. Corresponde também ao apelo de Jesus: “Ide e Anunciai!” Falamos da Pastoral Missionária.

Os leitores assíduos de nosso jornal  e do nosso site já notaram que a cada ano um grupo de missionários sai, em unidade com outras paróquias, para terras distantes com o objetivo de anunciar, mas também aprender com aquele povo diferente.

Certa vez numa conversa alguém questionou: “Por que vocês vão anunciar Jesus em lugares onde já o conhecem e já se vive a fé? A resposta da missionária questionada foi: “Nós temos certeza absoluta que Deus está com aquele povo! Nossa missão é dinamizar ou fazer fermentar isso que já existe entre eles, para que sua fé e esperança cresçam mais e mais e também tomem consciência da dimensão missionária”.

Em 2007, membros de nossa equipe foram às missões na cidade de  Paranaguá-PR; em 2008, para Aripuanã – MT, 2009 foram à Cristino Castro e Bom Jesus – PI e em 2010 – Apucarana – PR.

Alguém pode encarar estas viagens como turismo. Embora seja oportunidade para conhecer um canto deste imenso Brasil, só quem vai, tem noção das dificuldades, pois estes pedaços de Brasil são justamente umas das partes mais carentes e sofridas. Contudo, aqueles que vão, jamais se esquecem da experiência. Detalhe: é um serviço voluntário, o qual cada missionário deve pagar sua passagem. No entanto, muitas ações solidárias são realizadas para colaborar com os custos.

Este é só um exemplo de como atua a nossa pastoral. Existem muitas ações realizadas aqui em nossa Paróquia-Santuário como as visitas permanentes às casas e os mutirões missionários, além do apoio a outras paróquias quando solicitada. Exemplos disso foram as missões assumidas nas paróquias Santa Cristina no Parque Bristol e Nossa Senhora de Fátima na Vila Sabrina.

Outro aspecto importante é a comunhão estabelecida por uma integração de outros grupos como a Fraternidade Josefina, a Pastoral da Acolhida e o SAV.

O objetivo geral da Pastoral é: Ir ao encontro das pessoas anunciando o evangelho.

A Pastoral Missionária no Santuário Santa Edwiges é composta por 9 membros, tendo como coordenadora geral a Rosa e a colaboração das senhoras Luíza, Lurdinha e Francisca.

As reuniões acontecem em todos os últimos sábados do mês na sala São Pedro para organização dos eventos e formação.

Venha participar conosco desta grande obra de evangelização e do gesto de cativar o nosso povo para a vivência na vida da comunidade.

 

Diácono Marcelo Ocanha

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