Edwiges: Amor e devoção à Virgem Maria Mãe de Deus

De sua casa e dos costumes familiares a Duquesa Edwiges trouxe para a Silésia um culto particular à Nossa Senhora Mãe de Deus e aos Santos. Lemos em uma de suas biografias: “Tendo em vista que, com justa razão, amava acima de todos os santos a Mãe do Senhor, ela levava sempre consigo uma estatueta dela. Com freqüência pegava a estatueta para olhá-la com amor e devoção, aumentando cada vez mais a sua veneração à Virgem Santíssima. Com esta estatueta Edwiges abençoava doentes e estes ficavam bons. No momento de sua morte Edwiges segurava a tal estatueta com tanta orça em sua mão esquerda que não foi possível retirá-la dela. Foi sepultada assim, segurando a estátua da Virgem”

Anos depois, quando seu túmulo foi aberto, os três dedos que seguravam a estátua estavam intactos. A descrição disto tudo deve ter deixado uma profunda impressão sobre os seus contemporâneos. Não era prática dos monges e das monjas Cistercienses portar estátuas de santos. Apesar disto Edwiges tinha consigo esta estátua mesmo durante o tempo em que viveu no mosteiro desta ordem nos últimos anos de sua vida.

A Duquesa Edwiges era uma cristã, uma discípula de Jesus fiel e dedicada. Era filha de seu tempo, vivia as realidades da sociedade daqueles anos longínquos e era também limitada pelo modo de vida pelas pessoas daquela região. Mas manteve sempre a fé e alimentou-a com as devoções que tinha mais à mão. O amor à Mãe de Deus foi algo forte e característico desta amável santa que acolhemos por nossa Padroeira.

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