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Palavra do reitor › 25/10/2013

Creio na vida eterna!

Caro leitor do Jornal Santa Edwiges!

Com este, venho até você neste mês de novembro, para entrarmos em um tema que não temos tanta harmonia e muito menos ânimo para tratar dele em nossos dias, crer na vida eterna. É uma verdade de fé que professamos, e nem sempre nos damos conta do conceito que dá a origem da expressão e o que ela sintetiza dentro do creio e toda a dimensão da morte, ressurreição, esperança eterna, e isso em nossa cultura que é muito mais centrada na vida, pensar na morte é bem menor as ocasiões de um diálogo a este respeito.

A vida em si é um grande mistério, e isso por que a vida é a graça de Deus a nós concedidos, e com isso ficamos com um monte de ocasiões que nos deparamos com ela e seus mistérios, uns por que não nos damos conta de que não precisamos ganhar o mundo inteiro para conseguir a felicidade, como afirma o Evangelho de Marcos 8,26.

Celebramos duas festas importantes deste tema da vida eterna, o dia de todos os santos e o dia de finados, ou dia de todos os falecidos. Na galeria dos santos estão todos, os mais famosos, os mais sofisticados, os simples, os muito simples, aqueles que na vida foram simplesmente santos, ou melhor ainda, pessoas de uma dignidade sobre humana, dignidade que levou estes à dignidade dos altares, e quantos que em sua vida santos e não são canonizados, e olhando bem e a olho nu, enxergamos muitos destes em nossas comunidades. A intercessão destes vou traduzir de modo simples, é como ter um grande amigo que conhece quem pode te pedir um favor, assim pela via da amizade se torna acessível, o santo é um grande amigo de Deus, por isso pode interceder por nós, e crer nesta possibilidade cremos na comunhão dos santos, os que aqui estão e os que estão junto de Deus nas moradas eternas.

É muito comum ouvir neste dia, no dia dos fiéis falecidos, “Ah eu não gosto deste dia!”, será que não gosto do dia ou não aprovo que me dou conta de que preciso viver bem o meu dia? Lembrar-se dos mortos, ter alguém querido falecido, enfim é o caminho que nós todos empenhamos, não somos eternos e por isso mesmo celebramos este mistério, a morte como certeza e todas as suas incertezas acabam quando nós nos colocamos na certeza da esperança que brota da fé, crer na vida eterna. Por quê? Cristo nos afirma “na casa de meu Pai tem moradas”, Jo 14,2, que a nossa fé cresça, e a esperança nos anime e a certeza nos encha de paz e de esperança.

Sejamos santos, e possamos crer e esperar o dia da vida eterna, para repousar em Deus em Paz.

Com a certeza de crer na vida eterna, Deus de a todos a paz.

 

Pe. Paulo Siebeneichler

Pároco-Reitor da Paróquia Santuário Santa Edwiges

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