Liturgia diária
Evangelho: 3ª-feira da 29ª Semana do Tempo Comum
Santo: Santo Antônio Maria Claret

Para refletir: “Escreves-me que te chegaste, por fim, ao confessionário, e que experimentaste a humilhação de ter que abrir a cloaca da tua vida – assim dizes tu – diante de “um homem”. – Quando arrancarás essa vã estima que sentes por ti mesmo? Então irás à confissão feliz de te mostrardes como és, diante “desse homem” ungido – outro Cristo, o próprio Cristo! -, que te dá a absolvição, o perdão de Deus. São Josemaria Escrivá
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Palavra do reitor › 05/10/2017

As Mulheres de Deus!

Façamos a nossa parte para que a vida, a alegria e a esperança não se esvaia de nossas mãos, e a exemplo do Milagre de Aparecida, e do exemplo de Santa Edwiges possamos ser de Deus, presença e esperança. O fato de Aparecida, o encontro da imagem nas águas é um milagre! Entendendo a história do dia vivido em Guaratinguetá, por onde passaria o tal Conde de Assumar, que vindo
para o Brasil, se hospedaria, e deveria ter no cardápio peixes.

No final de todas as esperanças por não conseguir, e sabendo da maldade do tal Conde, estavam em profundo desespero os pobres
pescadores. Tendo encontrado a imagem, decorre uma grande pesca. O milagre é a vida desses pobres homens que fora preservada (história em muito omitida nos escritos). A pobreza do local, a
população e as carestias que para a época eram normais, assomavam-se à falta do produto de trabalho. O encontro resolve a vida. A partir daí tantos fatos se deram na casa de Aparecida, no
pequeno vilarejo.

A presença de Edwiges, no Sacomã, é outro fato de vida em 1924, surge a primeira organização, e tem como base a caridade, mal sonhavam os profetas dessa iniciativa que esse carisma de Edwiges daria ao bairro a maternidade, a acolhida, o alento de muitos pobres, carentes, famintos. Pode ser omitido da história, mas se fez fato. Quando a comunidade de Heliópolis começa a se formar – de famílias retiradas do ambiente da Vila Prudente, onde seria construído o Viaduto Grande São Paulo, e que foram trazidos de caçamba vasculante, e aqui deixados –, a Comunidade foi mãe acolhedora que proveu de roupas, alimentos, remédios a muitos que não tinham nada mais.

No acidente de incêndio ao lado do Hospital Heliópolis, o salão da Igreja foi refúgio para os desabrigados. Por isso, surgiram outros benefícios, como o Maestro Silvio Baccarelli que, ao visitar e ver a tristeza das crianças, iniciou neste mesmo local, aulas de música. Ainda hoje, há um grande instituto com orquestra e coral. E, tantas outras ações que nasceram dessa comunidade, pelo exemplo e carisma de Edwiges, uma mulher que na Idade Média viveu a vida cristã com santidade e que nos inspira até hoje.

Deus se fez Homem, e veio habitar entre nós (1Jo 4,2), esse é o Mistério da Encarnação, realizado em Maria e José, e por sua vez, nas histórias de muitos povos, vem como a salvaguarda
de muitos momentos de dor, de tristeza e tornando-se fonte de vida, de alegria como nas bodas de Caná (Jo 2,1-11). Supera-se a carestia pela alegria da vida. Em Edwiges muitas vezes e em
muitos realizou-se a esperança, a superação, com a ajuda, a partilha que, em nome da fé, da devoção, da gratidão pelas graças alcançadas, se partilha e se faz esperança e realização na vida
de quem necessita de ajuda, de encaminhamento, de alento ou recomeço para a vida, na certeza de superação das dificuldades.

Que Deus se faça realizar sempre na vida, na fé e na esperança e nunca nos falte a caridade para continuar a beleza do Amor que permanece para Sempre. Em Cristo, boa festa.

Pe Paulo Siebeneichler
Pároco Reitor da Paróquia Santuário Santa Edwiges.

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