Liturgia diária
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Palavra do reitor › 04/05/2018

Ano do Laicato: Cristãos leigos e leigas, na Igreja e na sociedade.

 “SAL DA TERRA E LUZ DO MUNDO” (Mt 5,13-14)

Cada cristão pode dizer: “Eu sou uma missão nesta terra e para isso estou neste mundo” (EG, n. 273). Não podemos ficar tranquilos em nossos templos em espera passiva. É necessário passar de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária (EG, n. 21).

É condição indispensável o conhecimento profundo da Palavra de Deus. Temos que fundamentar nosso compromisso missionário e toda a nossa vida na rocha da Palavra de Deus” (Bento XVI, D.I. em Ap.)

O mundo globalizado e consumista em que vivemos se sustenta na lógica do lucro que cria o mecanismo de acumulação e onipotência do mercado. Isso gera exclusão, insatisfação, depredação da natureza. Todavia, quem crê na globalização da solidariedade fará de tudo para diminuir as desigualdades sociais geradoras de violência, de alcoolismo, de drogas, de desestruturação da família. Precisamos de mudança nos bairros, nas periferias, no campo e na cidade.

A Igreja missionária é semeadora de esperança, visto que o mundo pode ser diferente. “Esta é a vitória que vence o mundo: a nossa fé” (1 Jo 5,4).

Fortalecido pelo profetismo do Papa Francisco, o cristão discípulo missionário enfrentará, como profeta, as realidades que contradizem o Reino de Deus e insistirá em dizer:

“Não a uma economia de exclusão”.

“Não à cultura descartável” (EG, n. 53).

“Não à globalização da indiferença” (EG, n. 54).

“Não à idolatria do dinheiro” (EG, n. 55).

“Não à especulação financeira” (EG, n. 56).

“Não ao dinheiro que domina ao invés de servir” (EG, n. 57).

“Não à desigualdade social que gera violência” (EG, n. 59).

“Não à fuga dos compromissos” (EG, n. 81).

“Não ao pessimismo estéril” (EG, n. 84).

“Não ao mundanismo espiritual” (EG, n. 93).

“Não à guerra entre nós” (EG, n. 98).

Por outro lado o mesmo discípulo missionário gritará:

“Não nos roubem o entusiasmo missionário” (EG, n. 80).

“Não nos roubem a alegria da evangelização” (EG, n. 83).

“Não nos roubem a esperança” (EG, n. 86).

“Não deixemos que nos roubem a comunidade” (EG, n.92).

“Não deixemos que nos roubem o Evangelho” (EG, n. 97).

“Não deixemos que nos roubem o ideal de amor fraterno” (EG, n. 101).

Eis o que significa ser missionário no mundo globalizado, consumista e secularizado.

A ação dos cristãos leigos e leigas no mundo pode ser vista de várias maneiras.

  • Primeiro, a ação rotineira feita nas funções diárias na casa, no trabalho e no lazer.
  • Segundo, por meio da ação dos homens e mulheres que trabalham na construção do mundo nas mais diversas frentes.
  • Terceiro, atuam os cristãos leigos que se organizam em nome da fé para influenciar positivamente na construção da sociedade.

Em todos os casos, a graça de Deus atua como força primeira que possibilita e leva a bom termo as ações humanas. Vale recordar a oração do salmista:

“Se o Senhor não construir a casa, é inútil o cansaço dos pedreiros” (Sl 127,1).

 ** EG – Exosrtação Apostólica Evangelii Gaudium – Papa Francisco

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