4º DIA – A GENEROSIDADE CRISTÃ

Meditação

Não devemos nunca perder as ocasiões que Deus nos oferece para fazermos alguma coisa por nosso irmão. Deus espera de nós que mantenhamos sempre vivo no interior do coração um desejo ardente de nada recusar. Se assim procedermos, Deus estará sempre disposto a nos abençoar. Mas precisamos dar sem egoísmo, sem esperar nada em troca. Dar com alegria, sem constrangimento. Todas as vezes que formos solicitados a agir, elevemos o nosso espírito ao Pai Celeste e verifiquemos se aquela ação é do seu agrado, porque assim não nos faltarão forças nem meios para realizar o bem que de nós está dependendo.

Nesse sentido procuremos  sempre utilizar as ocasiões com generosidade e serenidade, porque é São Paulo que nos ensina: “Tudo posso naquele que me conforta”  (Filipenses 4,13).

Exemplo

A vida de Santa Edwiges foi orientada pelos conselhos evangélicos e pode-se dizer dela o que a Sagrada Escritura diz de Jesus Cristo: “Passou a vida fazendo o bem”. Desde quando, pelo casamento, ela pode dispor dos seus bens, não cessou de aplicar a sua fortuna em obras de caridade. Começou empregando o seu valioso dote de noivado na construção do mosteiro de Trébnitz. Depois disso, estendeu o seu amparo não só a este convento como a muitos outros existentes no seu reino. Visitava pessoalmente os eremitas e não esquecia as religiosas de clausura.

Fornecia-lhes tudo o que precisassem, desde o alimento diário às roupas de inverno e outros objetos que de outra forma não seriam conseguidos. Quando o duque se enchia de preconceitos contra uma Ordem religiosa ou se desgostava com alguns monges, ela surgia logo, prestativa e conciliante, para desanuviar o ambiente. E com bons modos ainda arrancava dele generosas doações eclesiásticas,  que permitiam um trabalho mais eficaz em benefício do povo de Deus. O seu castelo não fechava as portas aos peregrinos e penitentes que se dirigiam  à Roma. Acolhia-os, hospedava-os e dava-lhes os meios necessários para as viagens penosas e fatigantes. A sua compaixão pelos aflitos era proverbial. Daí, ser considerada protetora dos desvalidos e desamparados, dos pobres e endividados.

Não podia ver ninguém sofrer sem que sofresse igualmente; e as lágrimas lhe afloravam aos olhos diante do padecimento alheio.

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