3º DIA – SORRIR SEMPRE

Meditação

O bom filho da igreja não tem motivos para andar de cara amarrada. Por isso será muito benéfica a resolução de sorrir sempre.

Sorrir para Deus, sorrir para o próximo, sorrir para si mesmo.

O amigo que nos ajuda, o transeunte que nos cumprimenta, o sorriso de uma criança, a flor do jardim, o marulhar das ondas, o brilho do sol, o encanto da lua, o luzir das estrelas… tudo isso é motivo de alegria para o nosso coração.

Se somos jovens, alegremo-nos pela mocidade que possuímos. Se já entramos na idade madura, exultemos pelos dias que já vivemos. E se já chegamos à velhice, aprendamos com aquele ancião que, aos oitenta anos, dizia: “O segredo de uma longa existência é sorrir sempre”.

Onde não há sorriso, fica apenas a pobreza da vida e a insignificância do homem. Não esqueçamos a frase de São Paulo aos Coríntios: “Deus ama o que dá com alegria” (2 Coríntios 9, 7).

Exemplo

O casamento de Edwiges com o jovem Henrique, filho de Boleslau IV, duque da Silésia e pertencente à casa dos Piastas, verificou-se no castelo de Andeches, no ano 1186, com a pompa e os festejos da época e da alta linhagem a que pertenciam os noivos.

A jovem esposa levou de dote a elevada importância de 30.000 marcos, que representavam uma verdadeira fortuna. Henrique não recebeu esse dinheiro. Quis deixá-lo inteiramente à disposição de Edwiges, que o empregou na fundação de um convento para as monjas cistercienses em Trébnitz.

Isso comprova bem claramente que aquele príncipe, apesar de seus dezoito anos, mostrava possuir um nobre caráter. Edwiges, embora muito nova, tinha uma alma grande e delicada. Culta o quanto podia ser uma dama naqueles tempos, de inteligência viva e ânimo forte, passou e exercer notável influência sobre o marido. Pode-se dizer que o primeiro cuidado foi completar a formação religiosa de Henrique. Verificou, desde os primeiros dias da íntima convivência de casados, que a sua instrução no terreno espiritual deixava muito a desejar. Apesar de ter tido como professor um cônego, e apesar de seu próprio irmão ser clérigo, Henrique apenas sabia rezar direito.

Daí um trabalho de catequese num sentido mais extenso e intenso. Ela aproveitava as conversas particulares para ir instruindo o marido nas verdades da fé, pois desejava que fosse também agradável ao céu aquele a quem, abaixo de Deus, amava mais na terra.

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